ÓTIMOS jogos do Xbox 360 que você NUNCA OUVIU FALAR!
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Vídeo em português, publicado pelo canal Jhoon Salles.
Sobre este conteúdo: O resumo, os principais pontos e os temas abaixo são gerados automaticamente a partir da transcrição do vídeo. Eles refletem o conteúdo, opiniões, afirmações e previsões apresentadas no vídeo e não representam posicionamento, validação ou verificação de fatos pelo Game ARX.
Resumo do vídeo
O vídeo apresenta uma seleção de jogos menos conhecidos, esquecidos ou exclusivos do Xbox 360, destacando suas propostas, mecânicas de gameplay e características marcantes.
Principais pontos
- Wet é um jogo de ação frenética estrelado pela mercenária Ruby Malone, que utiliza armas e acrobacias em câmera lenta.
- Divinity 2: The Dragon Knight Saga é um RPG de ação medieval que permite ao jogador se transformar em um dragão para combates aéreos.
- Eternal Sonata mistura elementos de JRPG com a vida e obra do compositor Frédéric Chopin em um mundo belíssimo.
- Project Gotham Racing 4 é um jogo de corrida arcade focado em manobras elegantes e condições climáticas dinâmicas.
- Alpha Protocol combina espionagem, tiro e escolhas de diálogo que alteram a história e os relacionamentos do protagonista.
- Prey (2006) é um FPS de ficção científica que utiliza manipulação de gravidade e projeção astral em sua jogabilidade.
Temas
Xbox 360Jogos esquecidosAção e aventuraRPGJogos de corridaFPSJogos clássicosRecomendações
Transcrição do vídeo
Texto das legendas disponíveis; pode conter erros.
Quanto mais a gente pesquisa em jogos antigos, mais percebe quanta coisa ficou esquecida pelo caminho. E dessa vez, chegou a hora da gente explorar o lado obscuro do Xbox 360. Esse console, meu amigo, marcou muita gente, viu? Mas aqui eu não vou falar dos jogos clássicos, e sim dos jogos que pouca gente lembra ou sequer chegou a conhecer. Então se ajeita por aí e vem comigo ver jogos desconhecidos e esquecidos do Xbox 360. E para a gente começar da melhor forma possível, bora conhecer um jogo de ação frenética, o Wet, que coloca a gente no papel de Ruby Malone, uma mercenária que trabalha fazendo os serviços que ninguém mais quer fazer. Só que depois que ela aceita um trabalho aparentemente simples, ela acaba sendo traída e se envolve numa história de vingança. Indo para o gameplay, o negócio aqui, meu amigo, fica maluco. A Ruby usa duas pistolas, espada e outras armas, só que o grande diferencial é que a gente não fica parado atirando atrás de uma cobertura. Muito pelo contrário, viu? Quanto mais você se movimenta, mais o jogo fica divertido. A Ruby consegue deslizar pelo chão, correr pelas paredes, pular, se pendurar em postes e fazer um montão de malabarismo. E o melhor de tudo, durante essas acrobacias, o jogo entra em câmera lenta, dando muito tempo para você mirar nos inimigos. Aliás, o jogo incentiva a gente a jogar mais agressivo porque ele dá recompensas. Então dá para criar sequências de mortes, aumentar seu multiplicador e ganhar pontos que vão servir para desbloquear melhorias de armas e novas habilidades da personagem. Para mim, vale a pena dar uma chance para esse game pouco lembrado, principalmente se você curte jogos de ação mais arcade. É claro que ele não é perfeito e acredito que tinha potencial para ser muito melhor, mas cara, ele tem personalidade de sobra. É uma experiência divertida, exagerada e bem diferente do que a gente costuma encontrar naquela geração. Então recomendo você experimentar. Continuamos com Divinity 2: The Dragon Knight Saga, um RPG de ação medieval que traz uma mecânica bem interessante que é se transformar num dragão. Na história, ele coloca a gente no mundo de Rivellon, onde os Dragon Slayers foram treinados justamente para caçar dragões. Só que depois de alguns acontecimentos, o protagonista acaba seguindo um caminho completamente diferente e começa a descobrir uma ligação inesperada com essas criaturas. No gameplay, ele segue como um RPG de ação, tem muita exploração e o mais legal é que você não fica preso a uma classe específica. Tem habilidades de guerreiro, arqueiro, invocador e outras categorias. Meio que a gente pode misturar tudo conforme vai subindo de nível. O combate é em tempo real e funciona de um jeito bem direto: ataque normal, esquiva, bloqueio e habilidades especiais com recarga. E claro, né, que depois de um tempo de gameplay, a gente consegue se transformar em dragão e o jogo traz vários combates aéreos. Mas enfim, esse é um título, eu diria que desconhecido do Xbox 360 e mesmo com algumas falhas e limitações, principalmente nos controles dos dragões, acredito que seja um título que merecia um pouco mais de atenção. Chegou a hora de falar do Eternal Sonata. Pense num RPG belíssimo, meu amigo. Ele basicamente acontece dentro de um mundo criado pelo sonho de Frédéric Chopin, um famoso pianista e compositor polonês, enquanto ele estava em seus últimos momentos de vida. Nesse mundo, a gente acompanha alguns personagens numa jornada contra o Conde Waltz, enquanto o jogo mistura fantasia com acontecimentos da vida real de Chopin. No gameplay, o combate aqui, ele mistura ação em tempo real e turno e é justamente isso que faz esse jogo ser tão gostoso de jogar, porque quando chega a vez de um personagem, você controla ele diretamente pelo cenário, podendo correr até os inimigos, atacar, usar itens e habilidades especiais dentro de um tempo limite. E esse sistema vai ficando mais complexo conforme você vai avançando. Então no começo a gente tem muita liberdade para pensar no que vai fazer, mas depois de um tempo ele vai diminuindo e você precisa tomar decisões cada vez mais rápidas. Então o jogo começa simples, só que vai cobrando mais atenção depois de um tempo. Fora das batalhas a aventura é bem linear, com exploração de cidades, dungeons e inimigos visíveis pelo cenário. E claro, o jogo capricha demais na apresentação, cara. Particularmente, eu achei ele muito bonito, os cenários são bem coloridos, os personagens em estilo cel-shading combinam demais com a proposta. Então é um jogo que graficamente falando, ele é belíssimo. No geral, Eternal Sonata me parece ser um ótimo JRPG com sistemas e mecânicas simples, se a gente for comparar com os nomes mais famosos do gênero. Mas ainda assim, cara, ele conta com muita qualidade. Se você curte esse gênero, cara, recomendo muito você jogar e ver se ele te agrada. Vamos falar de um exclusivo do Xbox 360, Project Gotham Racing 4. Provavelmente um dos melhores arcades de corrida daquela geração. Porque esse jogo aqui, cara, ele tem uma proposta que parece simples, mas muda demais a forma como você joga. Não basta só chegar em primeiro lugar, a gente precisa dirigir com muito estilo. Ou seja, o jogo recompensa derrapagens, ultrapassagens, curvas bem feitas e várias outras manobras, tudo dentro de um sistema chamado Kudos. Então quanto mais bonito e arriscado for o seu jeito de dirigir, mais pontos você vai conseguindo. E aí entra uma das melhores coisas dele, a física, que fica naquele meio termo entre arcade e simulação. Não é tão complicado quanto um Forza, por exemplo, mas também não é só pegar o controle e acelerar e virar nas curvas, tá ligado? A gente precisa ter cuidado antes das curvas para frear na hora certa, controlar o carro e aprender a aproveitar cada veículo, já que cada um tem o seu próprio estilo de jogabilidade. Ainda mais quando o clima interfere completamente no desempenho. Pois é, cara, as condições climáticas, elas não servem só para deixar o jogo mais bonito. A chuva, por exemplo, ela cria poças que podem fazer o nosso carro derrapar e se for na neve, muda completamente a forma de controlar o veículo. E além dos carros, ele também traz motos para deixar as corridas mais dinâmicas. Particularmente, achei muito top esse jogo e acho que muita gente deixou ele passar, principalmente porque a série acabou acabando depois dele. Então, cara, infelizmente, esse jogo acabou virando uma das grandes relíquias esquecidas do Xbox 360. Mas, de modo geral, recomendo muito você conhecer. Bora falar de jogo de tiro exagerado. Earth Defense Force 2017, que para quem nunca ouviu falar, a gente assume o papel de um soldado da Earth Defense Force e precisa enfrentar formigas gigantes, aranhas gigantes, robôs gigantes, naves e monstros cada vez maiores. É basicamente isso, simples e direto desse jeito, tá? No gameplay, ele é mais simples ainda. Cada missão aqui é basicamente a gente entrar numa fase e sair atirando em tudo o que se mexe. Como ele é um jogo de só andar e atirar, ele corre um risco gigantesco de ser chato e repetitivo por conta dessa pegada de só matar bicho gigante. Só que não, tá? Ele é divertido porque quando você vê dezenas de criaturas gigantes na sua frente, correndo na sua direção, isso é massa demais, principalmente quando você dá uma bazucada nesses bichos e eles se estraçalham na sua frente. Ele também conta com mais de 50 missões e várias dificuldades, uma infinidade de armas, sendo mais de 150 opções de armas. Meu amigo, é coisa demais e é É jogo que dá para você jogar por horas. Aí muita gente vai olhar para esse jogo e dizer: "Cara, mas esse jogo é feio para caramba, parece que pagaram só um coxinha e um refrigerante para a galera fazer esse jogo". E realmente, tá? O que muita gente não sabe é que a série Earth Defense Force, no geral, é um jogo de baixo orçamento em sua essência. Isso desde, ó, lá do PS2 com o Global Defense Force. E isso quer dizer que ele tem limitações e simplicidade em muita coisa. Entendendo isso e jogando ele sem esperar que seja uma experiência perfeita, você se diverte com toda a certeza. Meu amigo, quando aquelas hordas de inimigos aparecem na tela e você começa a destruir a cidade inteira, fica difícil demais você não se divertir. Então, recomendo dar uma chance. E se você tá curtindo esses jogos de Xbox 360, não esquece de deixar o teu gostei aqui no vídeo e também de se inscrever aqui no canal. Esse é só o primeiro vídeo dessa série de Xbox, então se inscreve aqui no canal para eu entender que você curte esse conteúdo e que eu traga mais jogos de Xbox 360. Então se inscreve aí para não perder os próximos, beleza? Mas continuando, agora a gente vai conhecer o Alpha Protocol, um jogo de espionagem que coloca a gente no controle de Michael Thornton, um agente secreto americano que acaba sendo traído pela própria organização depois de uma missão dar errado. Depois disso, ele passa a trabalhar por conta própria enquanto tenta descobrir o que tá por trás dessa conspiração. Falando agora do gameplay, ele mistura RPG, espionagem e tiro. Só que o grande diferencial não tá na ação. Esse jogo quer que a gente pense como um agente secreto. Então dá para escolher entre entrar tirando na loucura, usar furtividade, hackear sistemas ou simplesmente conversar e manipular as pessoas. O Michael tem diferentes habilidades de combate, como armas, furtividade, tecnologia e combate corpo a corpo. E conforme a gente vai ganhando experiência, a gente pode distribuir pontos nessas categorias e liberar mais habilidades. Então dá para a gente montar um personagem mais focado em espionagem, ou transformar o cara praticamente numa máquina de combate, um Jedi. As conversas acontecem rapidamente e a gente precisa escolher nossas respostas sem ficar esperando uma eternidade. E essas escolhas, elas podem alterar relacionamentos, missões, informações disponíveis e até o destino de alguns personagens. Praticamente todo mundo que cruza o seu caminho pode acabar virando um aliado, um inimigo ou simplesmente alguém que você nunca mais vai olhar na cara. Infelizmente, por mais que seja um jogo com ideias bem legais, ele tem suas falhas. O tiroteio é meio travado, a inteligência artificial nem sempre ajuda e algumas animações são bem estranhas. É um daqueles jogos que tem boas ideias, mas falha no principal, o básico para o jogo rodar liso e bem gostosinho. De toda forma, vale a pena experimentar para testar. Se você não cobrar tanto e lidar com as falhas que ele entrega, dá para se divertir bastante. Outro exclusivo do Xbox 360 que talvez você não conheça é o Blue Dragon, um JRPG lindíssimo que foi criado com participação do saudoso Akira Toriyama. De cara já dá para notar a semelhança com a série Dragon Ball. Aqui a gente acompanha Shu e seus amigos, cinco jovens que vivem numa vila e acabam descobrindo um poder misterioso que é capaz de transformar suas sombras em criaturas gigantes. Depois de um ataque que muda completamente a vida do grupo, eles partem numa jornada para descobrir a origem desse poder e enfrentar Nene, um vilão que ameaça o mundo inteiro. No gameplay, ele segue uma fórmula bem tradicional de JRPG por turnos, mas a parte legal é que ele conta com algumas ideias próprias. A gente explora cidades, campos, masmorras e no caminho a gente vai encontrando inimigos e entrando em batalhas onde cada personagem pode escolher entre atacar, usar magia, defender ou ativar habilidades especiais. Cada personagem tem uma criatura que representa a sua classe e conforme você vai subindo de nível dentro dessas classes, também vai desbloqueando novas habilidades, o que cria muita liberdade para montar sua equipe e deixa você experimentar combinações diferentes durante a campanha. Blue Dragon é um título bem tradicional, os gráficos, como eu já falei, são lindíssimos e a trilha sonora também tem um estilo muito único. Por fim, para quem é fã do gênero e sente falta daquele RPG clássico com sistema de classes, evolução de personagens e muita exploração, acredito que seja uma ótima opção para conhecer. Seguimos com mais um jogo pouco falado, Death Smiles, que é um jogo de tiro em 2D que tem uma proposta bem diferente. A gente escolhe uma das garotas conhecidas como Angels, que tem poderes especiais e precisam enfrentar criaturas, demônios e chefes gigantescos para proteger aquele mundo. Cada Angel aqui tem características próprias e diferentes opções de ataque e na hora do caos, ele segue a ideia de rolagem lateral, só que ele foge um pouco daquele, daquela fórmula tradicional, onde os cenários simplesmente vão andando da esquerda para direita. Aqui a gente pode escolher ir para caminhos diferentes e até decidir a direção em que sua personagem vai se movimentar durante algumas partes da fase. Enquanto a gente tá lá tentando eliminar geral, os inimigos vão mandando centenas de balas na nossa direção. E aí, meu amigo, o bicho pega de verdade, tá? Porque a tela fica lotada de ataques em segundos. Tem criaturas voando e muitos obstáculos passando na sua direção. Então a ideia não é só atirar não, tá? Você precisa prestar atenção em tudo ao mesmo tempo. O desafio aqui, cara, é elevado. É sério, velho. Esse jogo, ele não gosta de facilitar as coisas. Ele é difícil, principalmente nas dificuldades mais altas. E outra coisa, se você morrer, você perde o progresso naquela tentativa. Então, é obrigatório você aprender os padrões dos inimigos, decorar ataques e melhorar aos poucos. Se você não tem paciência para jogar jogos assim, para repetir fases e aprender com os próprios erros, é melhor você tentar jogar outro jogo, porque esse aqui você vai desistir rápido. Agora, se você gosta de jogos difíceis, eu recomendo muito você jogar. Outro jogo que muita gente esqueceu no Xbox 360 foi The Lord of the Rings: Conquest, que tentou transformar a trilogia inteira numa guerra gigantesca, só que de um jeito bem diferente, porque a campanha reconta vários momentos importantes da trilogia, só que pela perspectiva de soldados diferentes. No meio do caos, a gente entra no meio do combate e escolhe entre quatro classes diferentes: guerreiro, arqueiro, mago e batedor. Cada um, é claro, que tem armas e habilidades próprias, então a experiência acaba mudando dependendo do soldado que você escolher. Além dos soldados comuns, em algumas partes a gente também controla personagens famosos, como Gandalf, Aragorn e Legolas, que obviamente são muito mais poderosos que os soldados normais. Cara, sinceramente, acredito que ainda vale a pena jogar esse Senhor dos Anéis. Ele lembra muito a fórmula dos jogos que saíram para o PS2, com aquele combate hack and slash bem divertido, mas vale ficar ligado, porque ele não é um jogo perfeito e claramente poderia ter sido mais refinado, mas de toda forma ainda é muito divertido você enfrentar exércitos gigantes e até jogar com os protagonistas famosos da série. É bem legal e traz um combate bem divertido. Prey, lançado lá em 2006, foi um FPS de ficção científica que trouxe uma das mecânicas mais criativas dos jogos de tiro daquela geração. Aqui a gente controla Tommy, um mecânico que vive uma vida tranquila junto com sua namorada e o seu avô, só que a vida dele muda completamente quando os três são sequestrados por uma nave alienígena gigantesca. Depois disso, o Tom precisa explorar essa estrutura gigantesca, descobrir o que os alienígenas estão fazendo e encontrar uma forma de escapar desse lugar. No gameplay, ele não é simplesmente mais um jogo de tiro de só correr e atirar. A diferença dele tá na forma como o cenário funciona. A nave alienígena é cheia de corredores, plataformas e salas que desafiam a nossa percepção. E eu digo isso, cara, porque o jogo brinca demais com a gravidade e a orientação das coisas. Tem uns locais que mudam completamente a direção da gravidade. Então uma parede pode virar o chão, o teto pode virar um caminho, um buraco simples pode dar em uma sala completamente diferente e de repente você tá andando por um lugar que parecia impossível de acessar. Isso também aparece nos puzzles, porque muitas vezes a gente precisa observar o ambiente e descobrir qual é a direção que realmente faz sentido. Sem falar que tem outras mecânicas bem diferentes que deixam a gente sair do próprio corpo por um tempo e atravessar alguns obstáculos, ativar mecanismos e chegar em lugares que não daria pra acessar normalmente. Então dá tanto pra resolver quebra-cabeças, como também dá pra usar na hora dos combates. Aliás, falando em combate, o arsenal mistura armas humanas e alienígenas e algumas são muito criativas. Tem armas que disparam criaturas, outras que usam diferentes tipos de munição e até equipamentos que deixam manipular elementos do cenário. Bom, Prey é um jogo que tem muita coisa legal, tem mecânicas criativas pra caramba e a forma como ele brinca com a gravidade, exploração e puzzles faz o jogo ter uma identidade própria. Tá certo que ele tem algumas falhas técnicas, mas é um jogo bom que, se você gosta de FPS bem diferente, ele merece uma chance. E se você curtiu esse vídeo, vou tá te deixando com essa playlist aqui pra você conhecer outros jogos insanos. Valeu pela companhia e ó, tô te esperando no próximo vídeo, hein? Então clica aí.
Publicação: Game ARX · Fontes e correções
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